quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Quer ser um Grande Homem? Comece pelos pequenos detalhes!



Não importa se você é um médico, um advogado ou qualquer outra profissão, se não sabe ou não consegue executar com perfeição coisas pequenas, você é um Inútil Conveniente! Se na sua casa quando um cano estoura, você logo liga para o bombeiro hidráulico resolver, se quando uma instalação elétrica queima você logo pega o cartãozinho do Zé – gambiarra para emendar os fios, se está ocorrendo uma infiltração na parede você logo chama o pedreiro para rebocar e arrumar, se o carro quebra e você sequer abre o capô para olhar e leva logo o automóvel no João Graxa então meu amigo, você é um verdadeiro Inútil Conveniente, e jamais terá moral de reclamar da sua mulher quando ela disser que não fará o afazeres domésticos e que vai contratar uma empregada, que não vai cuidar das crianças pois vai contratar uma Babá e por ai vai. Um homem de verdade, não pode apenas se dedicar a executar grandes obras intelectuais, mas precisa também ser um canivete Suíço, Pau-para-toda-Obra…
Aquele que arregaça a manga e arruma o que for preciso dentro de casa, em ultimo caso, pede ajuda para um profissional, e mesmo assim fica de olho, observando e aprendendo, para quando o contratado for embora, poder saber arrumar aquilo que não deu conta antes.

Você tem todo o direito e dever de exigir uma mulher completa, mas primeiro, é extremamente necessário que você honre suas bolas e deixe de ser apático e preguiçoso com as situações cotidianas dentro do seu lar. Se for casado, comece agora arrumando aquele chuveiro que não esquenta, aquela estante torta, a fechadura que está agarrando, a porta que está fazendo barulho, a lâmpada que não acende, a torneira que está pingando há dias, Se for solteiro e morar com os pais, Comece ajudando seu pai em casa, capine aquele matinho no jardim, arrume aquela gambiarra de fios que está na sua sala etc… Seja homem, seja útil, seja HONRADO acima de tudo.






                                                     

quinta-feira, 18 de abril de 2013

A Mulher Manipuladora - Como Identificar uma em 19 Premissas




1. Ela é mimada. Por trás de uma carapuça de mulher frágil, ela te faz achar que você tem obrigação de satisfazer todas as suas valeidades, que precisa atender todas as suas vontades para fazê-la feliz.

2. Sempre que contrariada, ela usa armas de jogo baixo como o choro ou voz de criança para convencê-lo de que você fez algo errado.

3. Ela espera que você seja cavalheiro, mas não faz questão nenhuma de ser uma dama. Ela quer os benefícios, mas odeia ter que lidar com obrigações.

4. Ela se julga uma mulher livre e independente, mas acha um absurdo homem que não paga conta de motel.

5. Ela opina o tempo todo sobre a sua aparência, porque quer mostrar para as pessoas que tem um homem do jeitinho que gosta do seu lado.

6. Aliás, ela não está nem um pouco preocupada se você odiou aquela Polo que ela te deu. O importante é que ela amou. E sabe que você vai usá-la mesmo a contragosto.

7. Ela fala as maiores atrocidades quando está nervosa em uma discussão, e depois vem pedir desculpas e dizer que foi culpa da TPM.

8. Parceria não existe no vocabulário dela. Se estiverem atolados na lama, ela ainda vai pedir que você a carregue no colo.

9. Ela faz as malas mais gigantescas possíveis pra passar um fim de semana na praia – e bota você pra carregá-las.

10. Por causa da falta de argumentos coerentes, ela facilmente levanta a voz numa discussão.

11. Ela vai sempre dar um jeito de fazer com que você se sinta culpado – mesmo que ela tenha cometido todos os erros desde o começo.

12. Ela diz que tem ciúmes porque ama, mas na verdade não suporta a ideia de imaginar que você pode ser feliz sem a presença dela.

13. Ela gosta de luxo. Mesmo que tenha parcelado aquela joia em 45 prestações.

14. Ela procura homens gentis porque sabe que eles são mais facilmente manipuláveis.

15. Algo deve ter acontecido na sua infância porque ela ainda não cansou dos joguinhos.

16. Ela espera que você adivinhe o que está pensando. E sempre fica puta da vida quando você erra.

17. Ela nunca opina sobre onde comer, qual programa fazer, qual filme assistir. Ela espera que você decida tudo por ela. E ai de você se não surpreendê-la.

18. Ela jamais valoriza os detalhes que te tornam um homem especial. Ela se derrete pelas demonstrações de sentimentos mais “forjáveis” como uma aliança, um motel caro ou um pedido de noivado.

19. Ela admite vários de seus defeitos mas sempre adiciona um “sou-assim-e-não-vou-mudar” no final.





segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Matrix - A Ilusão do Amor Romântico



Existe um mito que há milênios fora acreditado erroneamente e que apenas eu poderia desmascarar.

Na real, a maioria dos homens que sabem do mito do amor romântico (matrix) sabem que as mulheres NÃO SÃO NADA românticas e de fato INSENSÍVEIS aos homens nos relacionamentos. Eu apenas vou escancarar a verdade.

As mulheres não tem nenhum romantismo em suas veias. Elas são seres absurdamente passivos que ESPERAM serem veneradas e tratadas como deusas sem defeitos. Ao se verem como tal, elas passam a ver os homens como o que? Ora, como súditos, como inferiores, como aqueles que a veneram e aqueles que fazem de tudo por elas e que tem que se esforçar por elas.

Os homens tem profunda admiração, tesão, curiosidade, obsessão pelas mulheres. Fazem de tudo e realmente sentem algo verdadeiro por elas.

A disparidade de comportamento de ambos acaba no romantismo masculino que é infinitamente maior que o feminino. E para comprovar, basta vermos o que os homens são capazes romanticamente pelas mulheres:

- TODA a indústria de música, fonográfica tem como tema principal as mulheres. Desde Beatles, desde cantores clássicos como Frank Sinatra, TODOS os ritmos musicais tem como carro chefe o amor do homem pela mulher. Sofrimento, tristeza, homenagem, traições sofridas, amores perdidos, amores conquistados, venerações, de cada 10 músicas que tocam na rádio umas 8,9 são homens cantando para mulheres, odes a elas. Agora pegue e compare as cantoras femininas. Nem se compara as homenagens que fazem aos homens e sim a maioria é de xingamentos por homens cafajestes que a traíram ou inflando o ego em cima de betas. Nem compositoras femininas cantam coisas pra homenagear os homens. Onde está o sexo romântico?

- 99% dos atos de heroísmo masculino envolveram namorados, maridos, filhos salvando suas mulheres do perigo, muitas vezes dando sua vida. Não se enchem uma mão com atos ao contrário.

- Nos dias de namorados e de amor, a maioria dos gastos são feitos pelos homens para dar presentes ás mulheres.

- A maioria das homenagens, pedidos de casamento em público, cartas de amor são feitas de homens para mulheres. O contrário quase nunca acontece. Elas pouco se importam em fazer coisas pelos homens, mas sim reclamar.

- As grandes poesias mundiais em toda a história envolveram odes de amor a mulher amada. Poetisas que homenageiam homens simplesmente não existem ou escrevem um poema porco pra cada 10 que fazem.

- Por amor, os homens pagam faculdade, cursos, buscam reerguer a mulher muitas vezes sacrificando sua própria faculdade e estudo pelo da mulher. Nenhuma mulher deixa de estudar pra pagar estudos masculinos ou o fazem tendo grana. O amor masculino protege, ergue, eleva, cuida da mulher por bom coração. A mulher exige, exige, exige e pouco dá em troca. De fato a mulher que pagar algo pra homem é considerada otária e o homem gigolô.

- Na maioria dos namoros a distância quem vai até a mulher? O homem. O homem sempre faz o caminho pra ver a mulher, e de fato 99% dos primeiros encontros a distância, o homem é que vai até a mulher, gastando seu tempo, energia, grana pela mulher amada. As mulheres esperam passivamente o homem e pouco retribuem com visitas para a cidade do homem.



- Quando um esportista masculino faz gol, ponto, score, touchdown, vence uma competição, é costumeiro beijar aliança, fazem símbolo de coração, dar beijo pra câmera, falar pro repórter do amor que sente pela namorada e esposa. Esportistas femininas quando fazem ponto ou vencem algo, simplesmente NUNCA mencionam o marido ou namorado. As homenagens e carinho feminino por seus companheiros é simplesmente inexistente. No máximo mencionam os filhos.

- Quando um homem está no poder, em cargo político, sempre menciona as mulheres em tons de admiração, falando que irá fazer política especiais, falando das “guerreiras trabalhadoras”. Quando é mulheres no cargo de poder, menções aos homens e políticas especiais a estes simplesmente nunca são mencionadas.

E não pára por aí. Nos relacionamentos existe um mito que as mulheres sofrem HORRORES pelo desdém masculino ás coisas do coração. Isso é uma mentira deslavada. Nos relacionamentos o homem sempre sofre mais pelas oscilações de humor da namorada/esposa, sofrem com falta de carinho (elas querem receber mas dar não). De fato, um homem fica numa posição terrível pois se pedir carinho, mais atenção, mais preocupação com ele, mais sexo, será totalmente rechaçado e tido como fracote reclamão. Falar dos sentimentos, tentar o famoso “diálogo” com ela é ainda mais perigoso porque ela irá te acusar de grudento insuportável.

Agora o contrário…elas irão exigir esforço total de ti e irão reclamar que ou é demais ou é de menos. Não há meio termo. E elas tem o direito de exigir carinho, atenção, romantismo, diálogo, e terão todo o direito de receber isto. Enquanto isso o homem que fizer o mesmo será um sensívelzinho de merda.

Os homens se preocupam demais com suas mulheres e sempre observam o humor, frieza e distância delas em relação ao homem e ficam preocupados. Os homens são o verdadeiro sexo sensível e romântico.

Qual a utilidade de saber disso? Simples. Ao admitir que você, homem, é O SEXO MAIS SENSÍVEL, ROMÂNTICO E PREOCUPADO COM ELAS E O RELACIONAMENTO você já entra na relação muito mais preparado pra o que te espera. Não fique esperando muito carinho, romantismo, sensibilidade, atenção de sua namorada que irá quebrar a cara totalmente. E saiba de suas fraquezas. Sim você é mais frágil emocionalmente que elas. Não que você não seja forte mas elas são MUITO fortes emocionalmente, resistem e jogam joguinhos como ninguém e não sentem sua falta ou sofrem por ti como você por ela.

Saiba disso e estará muito mais apto a ter um relacionamento mais desapegado com ela, sem esquentar a cabeça. Sabendo como elas são, você vai poder curtir melhor a sua relação com ela. A realidade é dura e cruel. Não é fácil saber que você foi a vida inteira ensinado errado e diferente. Mas agora VOCÊ SABE A REAL.





Zoe Lewis: Fui enganada pelo movimento feminista



Tesmunho pessoal de Zoe Lewis (Não é a mulher da foto)

Nunca pensei que alguma vez viria a dizer isto, mas ser uma mulher "livre" não é bem o que se pensa. Esse som que ouço será o das sufragistas a rebolarem nos seus caixões? Talvez. A minha mãe era uma hippie que manteve uma colecção de livros (poeirentos) de Germaine Greer e Erica Jong junto à sua cama (tal como todas as boas feministas, ela nunca entendeu o porquê de ter que ser ela a fazer toda a limpeza doméstica). Ela incutiu em mim os grandes valores da escolha, igualdade e libertação sexual. Lutei contra o meu irmão mais velho e venci; na universidade ganhei aos rapazes do râguebi em jogos de bebedeira. Comigo não se brincava.

Hoje, com 37 anos, esses mesmos valores fazem-me sentir um pouco fria. Quero amor e filhos mas nenhum deles está perto. Sinto-me como um inspector da ONU enviado para o Iraque apenas e só para descobrir que nunca houve armas de destruição maciça.

Fui levada a acreditar que as mulheres poderiam "ter tudo" e, mais apropriadamente, que nós queríamos tudo. Tendo esse fim em vista, passei 20 anos a perseguir os meus sonhos de forma impiedosa - para ser uma bem sucedida "playwright". Sacrifiquei todos os meus deveres femininos e depositei-os no altar da carreira profissional. E será que valeu a pena? A resposta só pode ser um não resoluto.

Há 10 anos atrás o The Times publicou um artigo em volta da minha peça "Paradise Syndrome". Era baseado na vida das minhas amigas na indústria da música. Tudo o que fazíamos era fazer festas, trabalhar e beber. A peça esgotou e então pensei:
Pronto! É agora que vou ter tudo: sucesso, poder, e os homens vão-me desejar por isso.
Na verdade, isso foi o princípio de anos de trabalho árduo, cartas de rejeição e vida nas filas de pão. Uma década depois escrevi a peça de continuidade com o nome "Touched for the Very First Time", onde a Lesley, desempenhada por Sadie Frost, é uma rapariga normal de 14 anos de Manchester que se enamora com a Madonna, em 1984, depois de ouvir a música "Like a Virgin". Ela segue religiosamente a ícone através dos anos enquanto Madonna vende o seu último sonho: "Tu podes fazer tudo - ser o que quiseres - segue em frente, miúda."

Lesley descobre ao mesmo tempo que Madonna que tentar "ter tudo" é um grande jogo. Escrevi esta peça porque muitas das minha amigas foram inspiradas por esta mulher teimosa que nos permitiu ser fortes e sexy. Ainda a amo e sempre a hei-de amar, mas ela encorajou-nos a perseguir uma fantasia, o que é uma grande desilusão. Eu posso até ser um caso extremo. Os meus pontos de vista podem não representar o que as outras mulheres da minha geração pensam. Será que eu apenas sou uma miúda mimada da classe-média que teve uma carreira profissional que apenas mudou de forma de pensar? Acho que não.

Este mês a "General Household Survey" observou que o número de mulheres solteiras com menos de 50 anos aumentou mais do que o dobro durante os últimos 30 anos. E aos 30 anos, uma em cada cinco destas "freemales" (free + females, livres + femininas) que escolheu a independência em vez dum marido, já atravessou uma coabitação falhada. Eu argumento que as liberalistas das mulheres dos anos 60 e anos 70 colocaram o carreira profissional em primeiro plano, pisando o papel tradicional das mulheres por baixo dos seus Doc Martens. Quem me dera que uma visão mais balanceada da mulher tivesse estado à minha disposição. Quem me dera que ser uma dona de casa ou uma mãe não fosse uma ideia tão tóxica para as liberais da classe média do passado.

Um número cada vez maior das minhas amigas feministas está a desistir das sua carreiras em favor do amor, das crianças e da cozinha. Quem me dera ter tido filhos há 10 anos atrás, quando o tempo estava do meu lado, mas o problema não foi o tempo mas a mentalidade. Tomei a decisão consciente de não ter relacionamentos sérios porque pensei que tinha todo o tempo do mundo. Muitas das minhas amigas fizeram o mesmo. Isto resume-se em entender o que é realmente importante na vida, e pelo que já vi e pelo que sinto,relacionamentos amorosos e as crianças trazem mais felicidade que o trabalho alguma vez poderia trazer. Natasha Hidvegi, de 37 anos, deixou o seu trabalho como cirurgiã para se dedicar ao seu filho.
Descobri que era impossível ser uma boa mãe e uma boa cirurgiã. Embora tenha sido uma decisão horrível, não me arrependo.
Sempre pensei que as homens gostariam de mulheres independentes e fortes, mas (no geral) não parece ser esse o caso. Eles não tem culpa. Não está nos seus genes. Holly Kendrick, de 34 anos e com um emprego de elevado estatuto no teatro, concorda:
Os homens tem tendência a ficar perturbados quando as mulheres trabalham tanto como eles.
É por isso que muitas das minhas amigas está sozinha.
A verdade, no entanto, não é que os homens não tenham aceite a modernidade feminina - a mulher alfa que nunca questiona o seu direito de ter os mesmos empregos, a mesma diversão e a mesma gratificação sexual que os homens - mas sim que as mulheres não aceitaram.
Eu sinto uma pressão enorme por parte das mulheres da minha geração, que tem parceiros e filhos, para nos juntarmos ao seu clube. Aos seus olhos eu não sou a indicadora dum novo percurso mas sim uma falhada. A minha amiga Rita Arnold, de 36 anos, trabalha em Marketing.
Não são os homens que me julgam por ser uma carreirista. São as outras mulheres. As garras saem para fora.
Isto deixa-me doente. Nós estamos a desiludir-mo-nos umas as outras mas há uma traição ainda maior. Eu sou uma falhada aos meus próprios olhos. Algures dentro de mim espreita uma mulher que eu não posso controlar. Ela está na cozinha com um bebé à cintura e com massa de farinha nas mãos e a olhar para mim de cima para baixo. Ela diz-me:
Isto é felicidade, tudo resume-se a isto.
É um instinto que faz de mim uma mulher, um instinto que eu não posso ignorar mesmo que quisesse. Felicity Wren, 36 anos, é uma actriz que ainda busca o sr Perfeito. “Sinto a pressão, mas apenas de mim própria, porque eu não tenho uma vida convencional. A maior parte das pessoas não se importa.”
Se eu tivesse este entendimento da minha natureza há 10 anos atrás, eu teria despromovido a minha escrita (e o hedonismo) e buscado vigorosamente um relacionamento. Houve muitos homens e mesmo uma proposta de casamento, mas eu não queria desistir dos meus sonhos. Falei com as raparigas que eram o assunto da minha peça "Paradise Syndrome" em 1999. Sas Taylor, 38 anos, solteira e sem filhos, gere a sua companhia de Relações Públicas:
Durante os meus anos 20 eu sentia-me invencível . . . . Mas agora eu gostaria de ter feito as coisas de forma diferente. Parece que assusto os homens por ser tão capaz [profissionalmente]. Tenho um bem sucedido negócio mas isso não te faz feliz.
Nicki P, 35 anos e solteira, trabalha na indústria musical e acrescenta:
No passado era tudo um jogo, mas agora estou em pânico. Ninguém me disse que divertir-me não era tão divertido como pensava.
À medida que escrevo isto, sinto-me triste, como se os princípios feministas que a minha mãe me ensinou estejam a ser lançados no lixo. Será que estou a trair a feminilidade? Não; estou apenas a revelar uma verdade vergonhosa.
As mulheres geralmente são as maiores inimigas do feminismo devido à nossa composição genética. Nós temos um tempo limitado para sermos mães e quando o tique-taque do relógio começa, nós abandonamos a nossa força e saltamos para a cama com quem quer que esteja disponível, esquecendo os tempos de entrega e as apresentações de PowerPoint em favor de carrinhos de bebé e os tempos de ovulação.
Nem todas as mulheres querem filhos mas desafio uma mulher a dizer que não quer ter um relacionamento amoroso. Quem me dera ter tido o conselho que estou a dar à minha irmã de 21 anos:
  • Se encontrares um bom homem, não tenhas medo de assentar e ter filhos uma vez que não perdes nada que não possas fazer mais tarde (exceptuando ter filhos).
Espero que no futuro haja um melhor entendimento da mulher por parte da mulher. Os últimos 25 anos foram confusos e sinto-me apanhada em fogo cruzado. Como mulheres nós devíamos aceitar-mo-nos umas as outras em vez de apenas apreciarmos o "sucesso". Sempre senti uma pressão enorme para ser bem sucedida como forma de mostrar aos homens que sou igual a eles. A mulher e a mãe deveriam ter paridade com a o papel de mulher de carreira na mente das feministas. [♦ Zoe não sabe que o feminismo radical tem como objectivo destruir o casamento ♦]
A minha mãe teve filhos cedo e de forma brilhante fez malabarismo entre uma carreira de produtora de cinema e ser progenitora. Ela fazia parte duma geração na encruzilhada: tinham valores feministas mas tinham filhos cedo. Não teve as oportunidades de emprego que a nossa geração possuiu; ela teve que aceitar trabalhos menores de forma a estar presente nas noites paternais.
A escolha e a carreira são vitais, claro, mas nenhuma delas deve ser perseguida de forma impiedosa. Gosto de ser escritora e ainda tenho o meu sonho, mas agora estou a enfrentar os factos.
O que melhor me fez sentir na vida foi estar apaixonada pelo meu ex-namorado, e o que me faz sentir mais focada é estar no campo com crianças, cães, e, sim, talvez na cozinha.  

Mais uma que descobre a face suja do feminismo rs






sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O Que é Machismo?



Quando uma mulher chama um homem de machista é sempre em tom de ofensa, e essa palavra é utilizada nas mais variadas situações, sendo que pode significar qualquer coisa e nada ao mesmo tempo. É frequentemente associada a homens com valores mais tradicionais, mas também é utilizada para descrever bandidos que agridem mulheres, como se fossem idênticos. E não raro vemos essa palavra ser utilizada para qualquer comportamento natural masculino, como se ser homem em si mesmo fosse um comportamento a ser repreendido.

Essa confusão nasce do pressuposto errôneo, conforme a ortodoxia feminista, de que homens e mulheres são essencialmente iguais, quando não são (óbvio que homens e mulheres devem ter direitos iguais, o que questiono é a idéia de que não existam diferenças comportamentais entre os sexos). E não apenas isso, elas tomam como o ser humano padrão as mulheres, logo tudo que é masculino deve ser evitado, e não raro podemos ver como que o movimento feminista atrai facilmente homens efeminados. Já qualquer homem normal é repudiado, como não poderia deixar de ser, por ser machista.


Primeiramente devo esclarecer algo: as feministas acreditam que o machismo é uma “construção social”, não acreditam que os homens tenham uma natureza, acham que somos tábulas rasas que elas podem ensinar a pensar como elas. Não importa que toda a nossa educação seja feita por mulheres, muitas vezes fortemente influenciadas pelo feminismo ou valores modernos como um todo, elas ainda acham que quando um homem não age da forma que elas exigem é falta de que se pregue mais feminismo, que se pode mudar a natureza masculina através de doutrinações.


Concordo quando se afirma que os homens são mais violentos, agridem mulheres e outras coisas, não irei questionar isso. A taxa de homicídios contra os homens é 10 vezes maior do que contra as mulheres, mas concordo que as mulheres não matam os homens como os homens matam as mulheres. Porém não creio que mil anos de feminismo fariam diferença com relação a isso, a única coisa que pode reduzir esses comportamentos são punições severas para intimidar novos infratores, ainda assim isso nunca se resolveria de forma definitiva. Não se pode educar um homem para não ser homem, para não ter as características masculinas que em muitos pontos são louváveis, mas em outros leva a diversos comportamentos anti-sociais, ainda mais em uma sociedade onde há poucas oportunidades para os homens extravasarem seu lado mais violento de forma segura.

O feminismo não luta contra o machismo, ou seja, um comportamento masculino socialmente construído. Mas sim contra a própria natureza masculina, e essa palavra não tem outra função que essa, estigmatizar o comportamento natural masculino, e a forma de pensar masculina, a tornando essencialmente má. O machismo, enquanto “movimento social” não existe, é uma invenção feminista, simplesmente uma palavra criada para ofender. Nenhum homem se identifica como machista, e quando o faz é devido à frequentemente o comportamento masculino ser identificado como machismo de tal forma que é impossível ele ser homem e não se enquadrar no adjetivo machista.

Para uma feminista não há decisões pessoais, não existem pessoas, apenas a “sociedade”, como sendo uma espécie de ente abstrato com vida própria. Não é um homem, enquanto pessoa, que decidiu cometer um crime, e sim a “sociedade machista”, como se o machismo fosse uma espécie de força maligna que entra nos homens e obriga eles a fazerem coisas más, e não que um homem, enquanto indivíduo, decidiu realizar um ato violento. Dessa forma se você mata uma mulher você é machista, se você rejeita uma mulher promíscua, você é igualmente machista, facilmente colocando no mesmo patamar um valor masculino comum com um crime bárbaro.

Não é preciso dizer o absurdo que é chamar uma mulher de feminista só por ser uma assassina. Um homem se vê como indivíduo, dessa forma assume sozinho a responsabilidade pelos seus atos, assim como não culparia todas as mulheres pelo ato de uma. Mas uma mulher, caso seja feminista, verá no ato de um único homem entre milhões um problema social, e consequentemente culpará todos os homens. Dessa forma conseguem o malabarismo de transformar um único assassino em milhões de homens como uma representante do machismo, de modo que todos os homens viram um pouco assassinos pelo ato de apenas um.

Por fim, outro problema com essa estigmatização da natureza masculina é a crença de que os homens devam ter os mesmos valores que as mulheres. Uma feminista, enquanto mulher, vê como positivo o comportamento promíscuo em um homem, e não entra na cabeça dela como que um homem possa não ver como algo positivo uma mulher promíscua. Ou seja, entre a natureza masculina e a feminina, a feminina está sempre certa, logo o cara é machista, não passa de um estuprador ou um assassino em potencial só por não gostar de promíscuas. Não que todos os homens não gostem de promíscuas, esse é um exemplo entre muitos onde pode ser demonstrado que a raiva do tenebroso “machismo” não é nada além do que uma revolta contra a natureza masculina.


O machismo não mata e a sociedade não tem vida própria. Assassinos matam e a sociedade é composta de indivíduos com livre-arbítrio. Em suma, o homem que fala o que pensa é automaticamente machista, o machismo é um termo inventado para demonizar a própria subjetividade masculina e o comportamento natural masculino como um todo. Não é a toa que é difícil alguém não ser gay e não ser considerado machista, pois somente os homens que pensam semelhante a uma mulher não são machistas.

"Defendo, sim, um machismo esclarecido, tolerante e consciente. Não poderíamos ir contra o machismo em si porque estaríamos indo contra nós mesmos. A expressão "machismo" provém da palavra macho e não implica intrinsecamente em opressão, exploração ou violência, como as feministas dogmáticas tentam, propositalmente, fazer parecer para confundir as pessoas e induzi-las a concluir que os machos são maus, violentos, opressores e perigosos por natureza." -Nessahan Alita

A palavra “machismo” ainda causa revolta em muitas pessoas, devido à maneira (propositalmente) equivocada que as feministas disseminaram. Se consultar qualquer dicionário, provavelmente encontrará tais definições para o verbete machismo: “modos ou atitudes inerentes aos machos”; “aquele que é contra o feminismo”; “idéia de superioridade do homem sobre a mulher”.

Incrivelmente, a idéia mais difundida é a última, exatamente a que nós, machistas esclarecidos, repudiamos. Há que pense que machismo significa “ódio às mulheres”, mas isto se chama misoginia. Machistas não odeiam mulheres, quem as odeiam são chamados de misóginos. (...)

O machista esclarecido tem comportamentos de macho natural, mas também de homem civilizado. Ele não é aquele sujeito que arranja brigas apenas para provar sua coragem ou qualquer outro tipo de idiotice para demonstrar o poder de sua masculinidade. "-Lobo Sagrado"


CONCLUSÃO:

Machismo tem os seguintes sentidos:


1. Modos ou atitudes inerentes aos machos de sua espécie.

2. Idéia de superioridade do homem sobre a mulher; comportamento de quem não admite a igualdade de direitos entre o homem e a mulher.


Algumas pessoas, principalmente feministas, confundem os diferentes conceitos de machismo.

O MACHISMO ESCLARECIDO REJEITA O CONCEITO 2


Como diz Nessahan, "Aqueles que tentam controlar o comportamento alheio, cercear a liberdade, violar o livre arbítrio, obrigar o próximo a fazer o que não quer etc. estão bem longe de entender o que o machismo esclarecido propõe". O machismo que aceita o conceito 2 é o machismo dogmático.

O MACHISMO ESCLARECIDO ACEITA O CONCEITO 1, MAS NÃO DE FORMA DESENFREADA



Nessahan novamente explica, "O homem nasce da vitória sobre o animal, sobre o instinto. Vencer o instinto não é enfraquecê-lo ou suprimi-lo, mas dominá-lo, transcendê-lo, dirigi-lo e usá-lo em nosso favor. Em uma palavra: assimilá-lo".


Machismo esclarecido é o machismo racional, sistematizado e justo.