terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Qual o sentido da Vida? - Elucidando numa visão filosófica



 Ao invés de buscar uma explicação para a nossa existência, eu quero lhe propor uma explicação subjetiva, pessoal sobre o significado da vida: O significado da vida é qualquer coisa que seja significante para mim. Se eu amo tocar guitarra, então esse é o meu barato. É o que dá significado para a minha vida.

Você pode achar perda de tempo, mas é o que preenche a minha vida de significado e eu não tenho como explicar o motivo, apenas, sei que é algo que me traz prazer e posso passar horas e horas, fazendo isso, sem perceber o tempo passar. O que caracteriza essa escolha é um senso de propósito e autoconhecimento.
Nesse caso, o propósito geralmente é algo que transcende nosso interesse imediato. O estado de flow nos deixa mais conscientes de nossa existência e como nos relacionamos com o mundo.

A cultura da era industrial tinha uma clara distinção entre o que era trabalho e o que era prazer. Hoje, cada vez mais, é possível examinar o trabalho realizado por um profissional e nos indagamos se é algo que induz o flow ou não.

Agora, explicarei o que significa o estado de Flow e como atingimos este estado.

O Estado de Flow (Fluxo)

O Estado de Flow ou Fluxo, como queiram, é o estado que torna qualquer atividade que você faça, altamente agradável. É um estado de concentração tão forte, que a pessoa fica totalmente envolvida na atividade. Por exemplo, um estado em que o corpo atinge o flow se dá nos esportes, na dança, em tocar um instrumento. O estado em que o pensamento atinge o flow se dá em leituras, quebra-cabeças, diálogos profundos sobre ideias Trabalho em flow se dá em estímulos e desafios, todo o tipo de criação.

Em momentos de experiência máxima, sentimos que temos o controle de nossas ações, somos donos de nosso destino, o que dá uma sensação profunda de prazer e satisfação. São momentos lembrados por muito tempo e se tornam um ponto de referência de como deveria ser a vida.

 Estes eventos ocorrem não apenas quando as condições e externas são favoráveis, como por exemplo, o nascimento de um filho; mas também em condições adversas, como por exemplo, momento de paz no meio de uma situação de risco de vida. Em momentos memoráveis, corpo ou mente, completamente empenhados num esforço voluntário para realizar algo que vale a pena. Quando acontecem, esses momentos nem sempre são agradáveis, como por exemplo, um atleta que sente os músculos esgotados durante uma prova, mas não vê a hora de participar dela de novo. Esses momentos são memoráveis porque trazem uma sensação de domínio e controle sobre a vida.

Nosso sistema nervoso não pode processar mais do que uma certa quantidade de dados por segundo. Quando estamos realmente envolvidos em um processo completamente engajado de “Flow” – Estado de atenção focado, transe conversacional, campo relacional – ele não tem muita capacidade de monitorar como seu corpo está se sentindo, se está com fome, cansado ou mesmo pensar em seus problemas mundanos. Assim, a existência é suspensa temporariamente. O tempo passa a ser atemporal. A existência passa a ser subjetiva, profunda, conectada a nível de alma.

Você fica em um estado de êxtase, de tal modo que sente que nem sequer existe mais. Na música, a mão do artista parece mover independente do seu corpo, e conscientemente, perde o controle. Atingindo a competência do inconsciente, e a música apenas flui.

É um estado mental que nos dá a impressão de não estarmos mais na nossa realidade, nessa dimensão e tempo. No caso do músico, ele não precisava de uma arena física, pois possui uma arena mental. Ele não precisava se locomover ou pensar, basta um papel onde poderia compor e imaginar sons que não haviam, até então, sido combinados naquela forma especial.

É também um processo espontâneo e sem esforço consciente. Uma descrição parecida como quando Albert Einstein descreve o processo de entender e descobrir o processo da relatividade.
É uma adrenalina, como se você pudesse tocar adiante e nunca quisesse parar, pois está tudo bem, conectado, intenso, mágico. Praticamente como se não precisasse pensar, pois tudo está indo de forma automática.

O Estado de Flow também acontece no mundo dos executivos de grande sucesso. Essas são pessoas que definem o sucesso como algo que ajuda aos demais. Normam Augustine, antigo presidente da Lockheed Martin, diz:

“Eu sempre quis ser um homem de sucesso. Minha definição de ter sucesso é contribuir com algo para o Mundo, e ser feliz fazendo isso. Você tem que gostar do que está fazendo. Você nunca será bom se não gostar do que faz. E em segundo lugar, você tem que sentir que está contribuindo para algo que vale a pena. Se qualquer desses ingredientes estiver faltando, provavelmente tem falta de significado em seu trabalho. “

Portanto, o Estado de Flow é atingido quando o indivíduo estiver completamente envolvido no que está fazendo: com foco e concentração. Ter um sentimento de êxtase, de estar fora da realidade no seu dia a dia. Ter maior claridade interna, sabendo o que deve ser feito e quão bem está fazendo, obtendo assim, feedback imediato. Saber que a atividade é possível, que nossas habilidades são adequadas para a tarefa. Ter um sentimento de serenidade, sem preocupações e um sentimento de estar crescendo além dos limites do ego. Ter a ideia de estar além da dimensão temporal, totalmente focado no momento presente. As horas parecem passar como se fossem minutos. Ter motivação intrínseca, seja qual for o elemento que produz, o flow é a nossa própria recompensa.

A satisfação humana está no processo de trazer ordem, significado e controle para nossas vidas.

Obstáculos à satisfação

Temos o mito que o Universo foi criado para atender às nossas necessidades. Na realidade, a frustração faz parte da vida. O Universo tem seus processos naturais que não levam em consideração os desejos humanos. Isso faz com que desenvolvamos uma insatisfação crônica, que é quando queremos imediatamente sempre mais, quando alguma necessidade é insatisfeita.

Há também a ilusão de que o avanço tecnológico nos trará felicidade e a sensação de que a vida é fácil. Essa crença favorece a perda de coragem e de determinação nas pessoas, frente aos primeiros obstáculos, gerando ansiedade e apatia.

A superação dos obstáculos ocorre com o controle direto da experiência e a capacidade de criar satisfação, instante a instante, com o que fazemos. Ser feliz depende de como somos presas fáceis de outros, que nos exploram para seus próprios ganhos. O passo fundamental é o controle do conteúdo de nossa consciência, ou seja, ”focalizar a atenção conforme o desejo, sem se distrair, concentrando-se pelo tempo necessário para atingir a sua meta. Atenção é igual a Energia Psíquica, ou seja, forma e conteúdo da vida dependem do uso da atenção.

Já a Entropia Psíquica é igual à desordem na consciência, trata-se de uma informação que entra em conflito com nossas metas e desejos, ou que nos impede de realizá-los. Raiva, medo e ansiedade são os nomes que damos a como vivenciamos essa informação. Essa informação contrária desvia a nossa atenção e focamos no indesejável, tornando a energia psíquica ineficaz. Se a entropia for prolongada, a pessoa não consegue mais investir a atenção em suas metas.

Lembre-se sempre de se lembrar de nunca esquecer que, nenhum acontecimento é positivo ou negativo. São apenas informações que interpretamos e rotulamos, de acordo com a influência desse evento em nossos interesses. “Este evento ameaça minhas metas, as apóia ou é neutro?”




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Carência Sexual - Uma Verdadeira Merda!




Sem muitas delongas, sujeito carente está na merda. Se sua vida sexual é uma merda, sua vida inteira é uma merda; suas amizades são uma merda; seu trabalho é uma merda; enfim, se você não faz sexo pelo menos a cada três dias, você está muito mal!

E, ao contrário do que muitos pensam, não é possível compensar carência sexual. Não adianta se tornar um workaholic, trabalhando dia e noite; não adianta inventar mil formas de se divertir; não adianta encher a cara de cachaça, ou se enfiar nas drogas; não adianta nada!

Homens carentes tendem a romantizar o sexo. Esse é o maior erro de todos. Não há nada de divino em penetrar um pênis numa mulher. Não há nada de religioso, nem de especial em morder tetas. Sexo é apenas sexo: é quente, é melado, é gostoso, é violento, e faz sua mente apagar e esquecer-se de tudo por algum tempo.

Também não há nada de técnico em transar. Não existe receita, nem formas mirabolantes de se fazer um bom sexo; não há preparações inúteis. É só pôr e tirar, pôr e tirar, com força e uma dose de sadismo (para provocar alguma dor nela; elas adoram sentir dor durante o sexo) até ficar todo esfolado, até sair toda a porra, até ela dizer chega! Apenas isso!

Mas, para o homem carente, sexo é algo misterioso, o corpo da mulher é alguma espécie de ser espiritual diferente dele, um objeto de adoração. Uma visão totalmente falsa, ingênua e altamente perigosa. Perigosa por um motivo básico: ela pode conduzir o homem à armadilha do apaixonamento.

A carência sexual faz o homem supervalorizar pequenos gestos, recompensando excessivamente pequenas manifestações de afeto da mulher. Muitas vezes, o carente recompensa a mulher até mesmo quando ela não faz nada, o que revela toda a sua carência sexual, sua dependência da mulher e seu baixo valor. Homens carentes são alvos fáceis de mulheres vagabundas, interesseiras e mães solteiras. 

As mulheres sentem cheiro de homens carentes a quilômetros. Não adianta você tentar emular comportamento cafajeste, simular que pega muita mulher, porque isso não adianta! Sua carência sexual está estampada no seu rosto. E a sua carência afasta ainda mais as mulheres, o que aumenta ainda mais a sua carência. É a teoria do círculo vicioso em ação.

Homens carentes não conseguem relaxar. A tensão sexual atrapalha muito. Como não conseguem relaxar, seu espírito criativo e sua motivação são sugados pela tensão criada. Homens carentes podem se tornar irritadiços, brigando com todo mundo; podem polarizar em suas opiniões, e podem ser engolidos por movimentos políticos vitimistas; e não possuem motivação para crescer e vencer na vida.

Contrário à crença, masturbação não é capaz de aliviar carência sexual. No máximo, alivia a tensão por um pequeno intervalo de tempo, o que pode tornar o cara viciado em masturbação. Mas nem de longe a masturbação faz o mesmo efeito de um sexo bem feito.

Da mesma forma, alternativas de lazer, diversão, etc. não compensam a carência. Não pense que sair com os amigos, ou se envolver em novas atividades, poderá resolver essa carência. Não resolve!

Sendo assim, a única forma de se resolver esse problema é FAZENDO SEXO! Solução meio óbvia, mas parece que muito cara não se toca para isso, e fica recorrendo a artifícios inúteis.

Para alguém que tem muito destaque, e que tem acesso a muitas opções, é fácil dizer isso. Mas e para os outros que não têm tanto acesso assim?

Se você é um beta para baixo (faça o teste para saber qual é o seu valor sexual), pode ir se virando com as feiosas que vão aparecendo, até que apareça alguma melhorzinha. Se você parar de ficar olhando para as melhores, vai reparar que sempre tem uma “feiosinha” disposta a te oferecer.

Se surgir alguma mulher decente que se possa namorar (o que, hoje, é praticamente impossível, tamanho o nível de promiscuidade da mulher moderna), namore e aproveite enquanto ela estiver lhe dando sexo bom e farto. Se ela começar com frescuras e racionar sexo, é hora de pular fora e buscar outra. Mulheres que não dão sexo, ou dão, mas de péssima qualidade, são inúteis para relacionamento.


Em últimos casos, contrate prostitutas ou tente engrenar um esquema tipo o PAC-B com desconhecidas, que pode funcionar muito bem.

O que não dá é você continuar aí, depressivo, triste, carente, pensando em como a sua vida é ruim. Então, levante dessa cadeira e mãos à obra! 

Faça sexo!