Pergunte-se
a ti mesmo. Qual o sentido da vida? Qual o sentido de você estar aqui?
Qual o sentido de você acordar todos os dias? Qual o sentido da sua
chegada nesse mundo?
Bem, eu aposto todas as minhas palavras que direi a seguir, que você pensou em muitas coisas superficiais, tais como o trabalho, o dinheiro, o sucesso, ou simplesmente, não encontraram ainda o sentido ou desconhecem a razão do mesmo.
De 7 entre 10 perguntas desse tipo, muitos cominam tal sentido a própria felicidade. Mas o que é felicidade pra você? A partir daí, muitos vão passar a atribuir a felicidade a um dos itens citados acima, simples, afinal, quem hoje não é um pingo materialista? Atire você mesmo a primeira pedra, se não.
A razão dessas perguntas sem resposta está em simplesmente chegar ao seu subconsciente, meu caro leitor. Será que você já se descobriu de verdade aqui? Será que você realmente vive? Ou sobrevive? Ou pensa que vive?
Este não é mais um dos textos coloridos que você costuma ler. Obviamente ele não diz ou condiz com o que você quer ouvir, justamente, por que ele não está dentro da sua realidade como costuma ser, ou pelo menos, o que costumam impor no seu cotidiano. Se você ainda não se identificou até agora, pode parar por aqui, os próximos pensamentos estão bem longe do seu alcance. Mas se você se identificou, meus parabéns, estamos a um passo das próximas consonâncias .
Permita-me me apresentar falando um pouco sobre quem sou e sobre mais algumas pessoas que você conhece que dirá no mínimo, ½ sobre sua pessoa. Bom, eu sou um cara orgulhoso, feito você. Egoísta, feito seus amigos. Hipócrita, como seus professores, inflexível como seus semelhantes, mentiroso feito seus colegas do trabalho, desonesto como sua infância, inconfiável como os políticos de sua cidade e injusto como a vida. Ufa, quanta gente ruim você vive cercado, hein? Lamento por você. E nossa, quão imundo você é! Não, meu caro leitor, eu também não sou tudo isso o que citei acima, mas foi o modo mais fácil pra apresentar-me diante de você, sem máscaras, assim você pode me considerar mais familiar e “humano”... Cheio de defeitos, não é mesmo? Mas por um momento eu achava que tudo isso lhe era familiar e normal. “Faz parte”. Também diria você que a vida não é fácil, e até mesmo, dirão que chega a ser complicada. Mas por quê?
O que falta pra você? O que você precisa? O que te preenche? Será que realmente nada é perfeito? Será que o normal e o comum significa de fato imperfeição? Os erros? Os defeitos? A felicidade com gosto de tristeza, a pessoa torta que lhe é correta, a droga que te vicia, o errado que lhe faz bem, o mau que lhe é bom? Muitos atribuirão a perfeição a Deus ou alguma divindade e muitos também simplesmente dirão ao “Amor”. Ou seja, o mesmo sentido. O mesmo amor que muitos fogem, que muitos matam dentro de si, que muitos banalizam e que muitos estereotipam. Eu diria que poucos de verdade sabem o verdadeiro sentido da vida. Se você nunca se questionou na superficialidade em passar o resto da vida repetindo o ciclo de acordar todos os dias para adquirir, gastar, trabalhar e viver para o TER até envelhecer e morrer, como uma meta de vida, você está muito mal, meu amigo. Você nem ao menos pensa, ou pior, respira. Você sobrevive ao invés de viver. Você é uma cópia.
Já parou pra pensar quantos dias você de fato fez algo diferente? Diferente de ontem ou do mês passado? De 5, 10 anos atrás? Você é um mero domesticado. Desde criança, somos erroneamente taxados de piada quando estamos gostando de alguém. O circuito permanece quando passamos a reprimir nossos bons sentimentos para não sermos “machucados”, é assim que ensinam e é assim por diante. Na adolescência até a fase adulta, estar apaixonado é imposto a uma das piores coisas que nos poderia acontecer. Ou seja, as pessoas banalizaram os bons sentimentos. Rendem-se a serem usadas, desde as famosas ficadas até o sexo casual. Hoje você pode encontrar sexo a venda, filmes contracenando os mesmos atos, novelas, programas, músicas, explorando os mesmos assuntos de forma natural. Que podridão.
As pessoas inverteram seus valores. Valorizam os errados e os inacessíveis, quem não lhe querem bem, e rejeitam os certos e bem intencionados. Ser uma pessoa honesta é o mesmo que ser visto como um idiota. Ser alguém humilde é se humilhar. Perder o orgulho é se desvalorizar. Ser bom virou extinção, e quem aprecie o mesmo, praticamente não existe. Amor pra muitos, só existe em novelas açucaradas e ser amado virou piada. O que resta diante de todo esse ego é repetir o mesmo ciclo do que lhe dão de volta, e na maioria das vezes, nem isso. E por mais que você queira amar alguém, você nunca irá querer amar mais que outrem. Dar-se mais. Entregar-se demais. O contrário disso seria inválido pra você, pois na sua concepção, estaria em desvantagem. Não é verdade?
Tudo é válido pra que você não se machuque, que nada de “mal” lhe aconteça ou que te façam de tolo. Desde dissimular quem você não é até simular o que não é verdade. Vemos por aí mais pessoas mascaradas e menos pessoas de almas desnudas. A resposta que derruba todo essas atitudes ridículas é que o sentido da vida realmente não está em ser amado. O sentido está em amar. Amar o próximo, bem como a si mesmo, sem egoísmos, sem trapaças, sem insinceridades, sem esperar nada de volta. Está em dar sem receber, tudo isso em igualdade. Compartilhando.
Bem, eu aposto todas as minhas palavras que direi a seguir, que você pensou em muitas coisas superficiais, tais como o trabalho, o dinheiro, o sucesso, ou simplesmente, não encontraram ainda o sentido ou desconhecem a razão do mesmo.
De 7 entre 10 perguntas desse tipo, muitos cominam tal sentido a própria felicidade. Mas o que é felicidade pra você? A partir daí, muitos vão passar a atribuir a felicidade a um dos itens citados acima, simples, afinal, quem hoje não é um pingo materialista? Atire você mesmo a primeira pedra, se não.
A razão dessas perguntas sem resposta está em simplesmente chegar ao seu subconsciente, meu caro leitor. Será que você já se descobriu de verdade aqui? Será que você realmente vive? Ou sobrevive? Ou pensa que vive?
Este não é mais um dos textos coloridos que você costuma ler. Obviamente ele não diz ou condiz com o que você quer ouvir, justamente, por que ele não está dentro da sua realidade como costuma ser, ou pelo menos, o que costumam impor no seu cotidiano. Se você ainda não se identificou até agora, pode parar por aqui, os próximos pensamentos estão bem longe do seu alcance. Mas se você se identificou, meus parabéns, estamos a um passo das próximas consonâncias .
Permita-me me apresentar falando um pouco sobre quem sou e sobre mais algumas pessoas que você conhece que dirá no mínimo, ½ sobre sua pessoa. Bom, eu sou um cara orgulhoso, feito você. Egoísta, feito seus amigos. Hipócrita, como seus professores, inflexível como seus semelhantes, mentiroso feito seus colegas do trabalho, desonesto como sua infância, inconfiável como os políticos de sua cidade e injusto como a vida. Ufa, quanta gente ruim você vive cercado, hein? Lamento por você. E nossa, quão imundo você é! Não, meu caro leitor, eu também não sou tudo isso o que citei acima, mas foi o modo mais fácil pra apresentar-me diante de você, sem máscaras, assim você pode me considerar mais familiar e “humano”... Cheio de defeitos, não é mesmo? Mas por um momento eu achava que tudo isso lhe era familiar e normal. “Faz parte”. Também diria você que a vida não é fácil, e até mesmo, dirão que chega a ser complicada. Mas por quê?
O que falta pra você? O que você precisa? O que te preenche? Será que realmente nada é perfeito? Será que o normal e o comum significa de fato imperfeição? Os erros? Os defeitos? A felicidade com gosto de tristeza, a pessoa torta que lhe é correta, a droga que te vicia, o errado que lhe faz bem, o mau que lhe é bom? Muitos atribuirão a perfeição a Deus ou alguma divindade e muitos também simplesmente dirão ao “Amor”. Ou seja, o mesmo sentido. O mesmo amor que muitos fogem, que muitos matam dentro de si, que muitos banalizam e que muitos estereotipam. Eu diria que poucos de verdade sabem o verdadeiro sentido da vida. Se você nunca se questionou na superficialidade em passar o resto da vida repetindo o ciclo de acordar todos os dias para adquirir, gastar, trabalhar e viver para o TER até envelhecer e morrer, como uma meta de vida, você está muito mal, meu amigo. Você nem ao menos pensa, ou pior, respira. Você sobrevive ao invés de viver. Você é uma cópia.
Já parou pra pensar quantos dias você de fato fez algo diferente? Diferente de ontem ou do mês passado? De 5, 10 anos atrás? Você é um mero domesticado. Desde criança, somos erroneamente taxados de piada quando estamos gostando de alguém. O circuito permanece quando passamos a reprimir nossos bons sentimentos para não sermos “machucados”, é assim que ensinam e é assim por diante. Na adolescência até a fase adulta, estar apaixonado é imposto a uma das piores coisas que nos poderia acontecer. Ou seja, as pessoas banalizaram os bons sentimentos. Rendem-se a serem usadas, desde as famosas ficadas até o sexo casual. Hoje você pode encontrar sexo a venda, filmes contracenando os mesmos atos, novelas, programas, músicas, explorando os mesmos assuntos de forma natural. Que podridão.
As pessoas inverteram seus valores. Valorizam os errados e os inacessíveis, quem não lhe querem bem, e rejeitam os certos e bem intencionados. Ser uma pessoa honesta é o mesmo que ser visto como um idiota. Ser alguém humilde é se humilhar. Perder o orgulho é se desvalorizar. Ser bom virou extinção, e quem aprecie o mesmo, praticamente não existe. Amor pra muitos, só existe em novelas açucaradas e ser amado virou piada. O que resta diante de todo esse ego é repetir o mesmo ciclo do que lhe dão de volta, e na maioria das vezes, nem isso. E por mais que você queira amar alguém, você nunca irá querer amar mais que outrem. Dar-se mais. Entregar-se demais. O contrário disso seria inválido pra você, pois na sua concepção, estaria em desvantagem. Não é verdade?
Tudo é válido pra que você não se machuque, que nada de “mal” lhe aconteça ou que te façam de tolo. Desde dissimular quem você não é até simular o que não é verdade. Vemos por aí mais pessoas mascaradas e menos pessoas de almas desnudas. A resposta que derruba todo essas atitudes ridículas é que o sentido da vida realmente não está em ser amado. O sentido está em amar. Amar o próximo, bem como a si mesmo, sem egoísmos, sem trapaças, sem insinceridades, sem esperar nada de volta. Está em dar sem receber, tudo isso em igualdade. Compartilhando.
Elucidando
o lado cristão, darei meu último exemplo. Jesus quando partia o pão na
santa ceia, ele escolheu dividi-lo, pois compartilhando, todos que
estavam presentes seriam alimentados. Assim é o amor. Não se o tem
quando você ganha. Tem-se quando você dá, quando se pratica. Uma boa
ação não é feita quando você faz questão de mostrar que fez, ela é feita
em silêncio. Você saberá o seu valor diante do tudo o que falo, a
partir da minha seguinte pergunta; Quantos objetos e coisas você “ama” e
quantas pessoas você diz amar? Bem, dizem que o cão é o melhor amigo do
homem. Acho justo. Meramente pelo próprio homem não obter tal lealdade
com os seus semelhantes como seus cães são perante eles. Deplorável.
Agora que estamos um pouco mais entendidos, volto a lhe perguntar. Qual o
sentido da vida pra você?


