"Enquanto falarmos de racismo ele continuará a existir. Enquanto alimentarmos dor e sofrimento, estes irão se expandir. Assim é o ódio que mantemos em nosso coração. Assim são as diferenças que enfatizamos em nossa nação." (LF Magister)
A cada dia que passa o tão cobiçado convívio em igualdade entre os seres humanos se torna um caminho distante, e talvez, jamais isso possa ser um dia possível. Pois temos separado nossos semelhantes com muralhas e os bombardeado dentro de uma caixa de fósforos. Julgam-se uns aos outros, e no fim, apenas repetem os mesmos erros. Há conflitos religiosos e políticos que abriram portas para o preconceito. A intolerância reina o mundo atualmente. Vemos adultos disputando por poder em prol de suas causas feito crianças disputando espaço em um brinquedo novo. E não importa qual seja a causa ou pelo que estão lutando, as discórdias em nome destas só provaram até aqui que contribuíram, senão, para mais intolerância, e não o contrário. Assim como o racismo que ridiculamente já enfatiza a desigualdade racial a partir do momento que ingenuamente criam um dia exclusivo a seu favor, diferenciando-se assim perante outras raças, toda imposição de respeito ou ideia sobre algo dessa maneira, nunca é aceita, tampouco se conscientiza:
Apenas acendeiam ideias que, consequentemente, geram distorções e revoltas. E esse é o caso da guerras dos sexos:
De um lado, feministas buscam igualdade, mas ao mesmo tempo, promovem discursos de ódio aos homens em virtude de sua causa. Do outro, homens que ditam suas regras, desvalorizando a mulher, pensando que podem fazer o que querem sem consequências. Eis então a hierarquia. Mas parece que tudo isso não tem dado muito certo... E bastar olharmos a taxa de divórcios crescente no mundo nos últimos tempos.
O que está havendo é meramente um efeito reativo de ideias que foram distorcidas, ideologias que foram difundidas e mantidas, e erroneamente foram calhadas por gerações, e hoje assistimos o resultado disso como uma grande bola de neve que toma largas proporções ininterruptamente. E isso acabou gerando extremistas, e consequentemente, resultados extremos.
No entanto, o grande problema desta geração é a grande falta de conhecimento e a grande massa aderindo falas, narrativas, tendências e pensamentos sem ao menos questionar nada a priori, pelo contrário, vão abraçando pensamentos de revolucionários assassinos, escritoras e políticas misândricas, e isso tudo isso sem o mínimo de circunspeção.
Um homem que acha que pode matar uma mulher só porque ela terminou com ele, não é machista, é sociopata. Da mesma forma, uma mulher que optou por ter uma vida promíscua, não significa ser feminista. O que antes fora apenas uma designação de ser homem (macho) hoje é atribuída a ser violento, sexista, infiel, opressor.
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| A sociedade é composta por indivíduos com livre arbítrio. Seria loucura atribuir pessoas de diferentes caráteres num mesmo grupo? |
Porém não é assim que funciona. Em suma, o homem que fala o que pensa é automaticamente taxado de machista. O machismo logo se tornou um termo inventado para demonizar a própria subjetividade masculina e o comportamento natural masculino como um todo. Não é a toa que é difícil alguém não ser gay e não ser considerado machista, pois somente os homens que pensam semelhante a uma mulher não são machistas.
Logicamente o homem não tem como ir contra o machismo instintivamente em si porque estaria indo contra si mesmo. A expressão "machismo" provém da palavra macho e não implica intrinsecamente em opressão, exploração ou violência, como as feministas dogmáticas tentam, propositalmente, fazer parecer para confundir as pessoas e induzi-las a concluir que os machos são maus, violentos, opressores e perigosos por natureza.
A palavra “machismo” ainda causa revolta em muitas pessoas, devido à maneira (propositalmente) equivocada que as feministas disseminaram.O mundo evoluiu, mesmo que de um salto curto, as mulheres obtiveram seu lugar na sociedade. Seria injusto negar isso. Mas há quem pense que machismo significa “ódio às mulheres”, mas isto se chama misoginia. Do contrário das feministas extremistas que se declaram explicitamente que odeiam os homens. Logo, é ironicamente perceptível o número de mulheres que são lésbicas e que também são a favor desse mesmo movimento deturpado. Machistas não odeiam mulheres, quem as odeiam são chamados de misóginos.
E foi consequentemente a esta distorção do machismo, que logo surgira o movimento feminista. Apoiar uma causa a favor da igualdade de gênero por direitos, logo foi lógico. Porém, a mesma sociedade criou graus diferentes desde o feminismo coerente até os mais extremistas, onde até pode ser visto ódio aos homens, além de praticar atitudes cruéis contra a igreja cristã (que historicamente por elas vistas como machista), saem nuas ás ruas, promovem liberdade sexual, denominando-se do termo “vadias”, e assim, subvertendo a um mesmo grupo.
Ou
seja, a própria sociedade criou demônios para lutarem numa guerra, dividindo-se
em lados opostos que foram distorcidos. E o pior; encontraram os tolos para
participarem dela. E não é preciso muito para perceber que há algo de errado.
Temos provas físicas aí, seja no governo, na sociedade e no mundo! Violência,
ódio, discrepâncias, desunião entre pessoas por motivos banais. Ironicamente as
mesmas pessoas que reclamam desse mesmo motivo, são as primeiras a entrar em pé
de guerra, dividindo-se em grupos sociais conflitando com o lado oposto.
Eis então a geração revolucionária de internet. Politicamente corretos e
hipócritas. Pessoas que se sensibilizam com motivos inúteis, mas não dedicam
seu tempo a causas nobres. A grande geração que se sensibiliza por um cachorro
morto e vira seu rosto para um mendigo na rua. A geração que passa o ano
inteiro discutindo por causa de política, agredindo X e Y a favor de causas que
defendem cegamente, são seguidores fiéis de páginas e indivíduos que ganharam
fama por motivos esdrúxulos em rede social ao invés de ler um livro de um
grande pensador, ou ao menos, ler um livro mesmo. Uma geração que promove
guerra a favor do ego, e se diz a favor da paz e do amor quando veem uma
tragédia ou morre um ente querido. Uma geração que não merece ser levada a
sério.
E é isso o que acontece quando um bando de extremistas de ambos os lados não
conseguem conviver com o contraditório e a pluralidade de opiniões. A teoria da
ferradura explica isso: os dois lados extremistas, embora se achem muito
distantes, são na verdade muito mais próximos do que supõem, como as pontas de
uma ferradura. E o que os aproxima é a imbecilidade intolerante de não admitir
discordância. A humanidade ainda não amadureceu para viver em diferenças. E por
mais que se queira mudar a mentalidade, parece que as pessoas estão cada vez
mais avessas a aceitar que “somos todos diferentes e ao mesmo tempo todos
iguais”.





















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